sábado, 18 de dezembro de 2010

Oiii Pessoal!!!

No encontro de hoje o grupo teve duas lições muito importantes e que não tinha sido programada!!! “A primeira lição foi quando a coordenadora chegou à Igreja, encontrou um radio meio quebrado e pensou”, pois... “Esse radio não vai ler o CD mesmo”, então ela foi pegar o radio dela em casa que era enorme para poder fazer o que ela tinha planejado: passar uma musica que depois ia ser trabalhada; o encontro começou e ela foi colocar o CD, mas o radio não lia de jeito nenhum. Então ela tentou ver se o radio da igreja lia o CD... Mas também não lia... Até que foram pegar o radio meio quebrado e adivinhem?? Ele leu o CD!!!! Esse ocorrido nos ensinou quem não devemos julgar as coisas e as pessoas pela aparência, por que o radio que se pensou não servir... Foi o que serviu. Porém durante essa situação a coordenadora não desistiu de fazer o radio pegar o que é a segunda lição: nunca desistir de ir atrás do que você acha legal.
A musica trabalhada hoje foi Cuidas de Mim do Padre Fábio de Melo. Aqui está o vídeo e a letra:  

Cuidas de Mim
Cuidas de mim,
Sei que tu cuidas de mim, senhor.
Cuidas de mim,
Sei que tu cuidas de mim, senhor
Ainda que eu ande pelo vale,
E o atravesse à sombra da morte,
Cuidas de mim. cuidas de mim.
Mesmo que eu não queira a tua presença,
Mesmo que eu me afaste de ti,
Cuidas de mim. cuidas de mim.

Cuidas de mim,
Sei que tu cuidas de mim, senhor.
Cuidas de mim,
Sei que tu cuidas de mim, senhor
Ainda que eu ande pelo vale,
E o atravesse à sombra da morte,
Cuidas de mim. cuidas de mim.
Mesmo que eu não queira a tua presença,
Mesmo que eu me afaste de ti,
Cuidas de mim. cuidas de mim.
Teu amor é como a rocha que não se quebra jamais.
Teu amor é como o sol a nascer toda manhã.
É um amor que me constrange,
Que me envolve e me aquece.
Esse amor és tu senhor.
És tu senhor...
Cuidas de mim,
Sei que tu cuidas de mim senhor.                                      


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Explicação do texto abaixo!

Para quem sobreviveu até o fim do texto e leu com um pouco de atenção pode perceber que  a mensagem mostra: cada pessoa tem a sua igual importância, e que não devemos nos achar “a ultima bolacha do pacote”, pois um belo dia podemos nos dar mal! Mas quem nunca se achou diga EU?...... Então pronto, vamos tentar aprender a ser humildes (sei que isso é difícil por isso disse tentar, não vamos se humildes), muitas vezes o silencio é a melhor resposta em situações constrangedoras.

                                                   Beijos Ass.: Fátima Souza     

Um apólogo

                   Machado de Assis 

                                                                                        
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

domingo, 7 de novembro de 2010

Oi pessoal!!

Esse é o JOC: Jovens Operarios de Cristo;Ele foi criado com o intuito de aproximar os jovens a Cristo, suas reuniões são aos sabados das 15hs ás 16 hs, sintam-se convidados.